sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Projeto 100 anos de Luiz Gonzaga



Projeto 100 anos de Luiz Gonzaga
Relato do Projeto



A Escola Municipal Maria de Nazareth desenvolveu no mês de agosto de 2012 o Projeto de Leitura e Escrita com o tema: O Centenário de Luiz Gonzaga, com objetivos de conhecer a trajetória do cantor e compósito; entender como os ritmos nordestinos penetraram em várias regiões do Brasil; conhecer e preservar a cultura musical nordestina; identificar os problemas sociais do Nordeste a partir de suas obras.
Nesse sentido foi trabalhada sua biografia, músicas, poesias, meios de comunicação e de transportes da época, comidas  típicas do nordeste.
No dia 24 de agosto de 2012 foi realizada a culminância as quais todas as turmas representadas por alunos apresentaram suas produções no pátio da escola para a comunidade escolar.
A abertura do evento foi iniciada com a comunidade escolar cantando o Hino Nacional. 


Em seguida foram dano início as apresentações dos alunos onde ficaram encarregados respectivamente:


A turma do 1º ano representou em coreografia a dança xaxado. 



O 2º ano representou cantando em coral a música Pau de Arara e uma poesia de autoria de Nino da Viola ( violeiro e poeta da cidade de Jardim de Piranhas-RN).
As turmas do 3º e 4º anos “B” fizeram uma demonstração da culinária nordestina apresentando pratos típicos como: arroz doce, cocada, tapioca, mungunzá, bolo de milho, etc. como também as receitas dessas comidas.




Na oportunidade foi servido para a comunidade escolar mungunzá como lanche para os mesmo ter a oportunidade de conhecer e  valorizar a comida nordestina.
Nas turmas dos 4º anos “A” e “C” apresentaram a origem das Festas Juninas como também a origem das apresentações das danças juninas. Ainda representaram em coreografia as músicas de Luiz Gonzaga: Vida de Viajante, Pra dizer que não falei das flores e Baião.



As turmas dos 5º anos apresentaram a discografia de Luiz Gonzaga.


Para finalizar o evento um grupo de sanfoneiros apresentou tocando e cantando algumas músicas do Rei do Baião Luiz Gonzaga. 
Maria de Fátima Oliveira Cavalcanti
Maria Saraiva Dantas
Telma Maria de Medeiros Fernandes
Vanusa Pereira de Araújo

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

PROJETO DE LEITURA: CONTOS, CANTOS E ENCANTOS.



Relato de Experiência do Projeto de Leitura: Contos, Cantos e Encantos.

O trabalho ora exposto foi desenvolvido na Escola Mul. Profª Maria Cruz de Medeiros de Ensino Fundamental Menor com o objetivo de trabalhar diversos gêneros textuais, onde cada turma optou por trabalhar  com um tipo de Gênero Textual. O mesmo foi dividido em algumas etapas e teve duração de 15 dias.                                                            
  No primeiro momento os professores fizeram uma roda de conversa para falar sobre o projeto e sua importância, mostrando os objetivos a serem alcançados. Em seguida foram feitas as leituras de acordo com o tipo de gênero trabalhado por cada professor. Continuando, com todos ainda em círculo sentados ao chão foram distribuídos vários livros para que eles escolhessem o que gostariam de ler e cada um falassem sobre o que leram, outros recontavam as histórias, fazendo assim uma socialização. 
                                                                   
Foram momentos muito prazerosos. Dessa forma os alunos tiveram a oportunidade de criar histórias, poemas jograis, fazerem leituras de imagens, leitura de textos informativos e jornalísticos, ouvirem e cantarem músicas refletindo em suas letras, produzirem textos, etc.        
Este projeto proporcionou momentos significantes para estimular nos alunos o gosto, ampliando o repertorio para o trabalho de leitura e escrita. Foi oportunizado ainda momentos de dramatização de contos, ilustração de textos, dramatização com fantoches, de declamarem poesias de autoria dos próprios alunos como também de autores consagrados, apresentação de danças infantis e folclóricas que foram  apresentados na culminância do projeto. 
 

Portanto, este trabalho foi de grande importância para o aprendizado das crianças e para a escola. Pois as mesmas se integraram e interagiram bastante, valorizando a fala do outro, o trabalho coletivo e o respeito mútuo. Aprenderam mais a ouvir um conto, desenvolveram a prática social da leitura, pois não ficavam mais tímidos em lerem para os colegas, para os professores e a plateia. No tocante a escola foi relevante, visto que oportunizou momentos de integração família e escola, já que houve uma boa participação das mesmas durante a execução dos trabalhos e na culminância do projeto. 
Vale salientar que todos os dias do projeto as crianças participaram efetivamente prestando atenção, participando das aulas e interagindo bem com seus colegas e com os professores.


Autoras: Benedita, Ivoneide, Kesia e Saionara.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Vida Saudável



Segundo os dados do ministério da saúde o índice de crianças e adolescentes obesas, vem crescendo consideravelmente no Brasil, foi a partir de então que a escola Municipal Marinheiro Saldanha, localizada na cidade de Jardim de Piranhas-RN, teve a preocupação de trabalhar o projeto Vida Saudável, na tentativa de mudar o hábito alimentar dos alunos, pois os mesmos costumam trocar a merenda escolar por guloseimas que só faz mal a saúde, mas vale salientar que é muito difícil mudar comportamentos e a criança quando inicia sua vida escolar, ela traz consigo a valorização de comportamentos favoráveis ou desfavoráveis à saúde, oriundas da família e de outros grupos de relações mais diretas. Durante a infância e adolescência, épocas decisivas na construção de condutas, a escola passa a assumir papéis importantes para o desenvolvimento físico, emocional e moral. Ao educar para uma vida saudável de forma contextualizada e sistemática, o professor e a comunidade escolar contribuem de maneira decisiva na formação de atuar em favor da melhoria da vida pessoal e coletiva.
            Partindo de tais premissas, surgi o projeto, com o objetivo de formar desde cedo uma consciência crítica em relação à promoção de hábitos saudáveis, especialmente no que se refere à educação alimentar e nutricional dos nossos alunos. Para tanto foi adotado estratégias de ensino-aprendizagem que possibilitem ao aluno construir e incorporar conhecimentos, e não apenas memorizar conceitos, traduzidos em atitudes favoráveis à vida e a conquista de qualidade de vida individual e coletiva.
            De tudo que foi relatado, o projeto tem como objetivo maior inserir no ambiente escolar uma discussão que estimule o pensar e a adoção de práticas alimentares e estilos de vida saudáveis; assim, exercitar os conhecimentos adquiridos numa perspectiva interdisciplinar.

                                                                  Ivone Dutra, Maria de Lourdes e Maria Lúcia

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Origem das Festas Juninas

Festa Junina
Origem do Texto: Wikipédia, a enciclopédia livre.



As festas juninas são na sua essência multiculturais, embora o formato com que hoje as conhecemos tenha tido origem nas festas dos santos populares em Portugal: Festa de Santo Antônio, Festa de São João e a Festa de São Pedro e São Paulo principalmente. A música e os instrumentos usados, cavaquinho, sanfona, triângulo ou ferrinhos, reco-reco, etc, estão na base da música popular e folclórica portuguesa e foram trazidos para o Brasil pelos povoadores e imigrantes do país irmão. As roupas 'caipiras' ou 'saloias' são uma clara referência ao povo campestre, que povoou principalmente o nordeste do Brasil e muitíssimas semelhanças se podem encontrar no modo de vestir 'caipira' tanto no Brasil como em Portugal. Do mesmo modo, as decorações com que se enfeitam os arraiais tiveram o seu início em Portugal com as novidades que na época dos descobrimentos os portugueses levavam da Ásia, enfeites de papel, balões de ar quente e pólvora por exemplo.   Embora os balões tenham sido proibidos em muitos lugares do Brasil, eles são usados na cidade do Porto em Portugal com muita abundância e o céu se enche com milhares deles durante toda a noite.
Além de Portugal, a tradição veio de outros países europeus cristianizados dos quais são oriundas as comunidades de imigrantes, chegados a partir de meados do século XIX. Ainda antes, porém, a festa já tinha sido trazida para o Brasil pelos portugueses e logo foi incorporada aos costumes das populações indígenas e afro-brasileiro.
Festas juninas pelo Brasil
No Brasil, recebeu o nome de junina (chamada inicialmente de joanina, de São João), porque acontece no mês de junho. Antes porém. a festa já tinha sido trazida para o Brasil pelos portugueses e logo foi incorporada aos costumes das populações indígenas e afro-brasileiras, as grandes mudanças no conceito artístico contemporâneo acarretam na "adequação e atualização" destas festas, onde rítimos e bandas não tradicionais aos tipicamente vivenciados são acrescentadas as grades e programações de festas regionais, incentivando o maior interesse de novos públicos. Essa tem sido a aposta de vários festejos para agradar a todos, não deixando de lado os costumes juninos, têm-se como exemplo as festas do interior da Bahia, como a de Santo Antônio de Jesus, que apesar da inclusão de novas programações não deixa de lado a cultura nordestina do forró, conhecido como "pé de serra" nos dias de comemoração junina.
A festa de São João brasileira é típica da Região Nordeste. Por ser uma região árida, o Nordeste agradece anualmente a São João, mas também a São Pedro, pelas chuvas caídas nas lavouras. Em razão da época propícia para a colheita do milho, as comidas feitas de milho integram a tradição, como a canjica e a pamonha.
 O local onde ocorre a maioria dos festejos juninos é chamado de arraial, um largo espaço ao ar livre cercado ou não e onde barracas são erguidas unicamente para o evento, ou um galpão já existente com dependências já construídas e adaptadas para a festa. Geralmente o arraial é decorado com bandeirinhas de papel colorido, balões e palha de coqueiro ou bambu. Nos arraiais acontecem as quadrilhas, os forrós, leilões, bingos e  os   casamentos matutos.
Atualmente, os festejos ocorridos em cidades pólos do Norte e Nordeste dão impulso à economia local. Citem-se, como exemplo, Santo Antônio de Jesus, Amargosa, Cachoeira Cruz das Almas, Piritiba e Senhor do Bonfim na Bahia, na Mossoró no Rio Grande do Norte; Maceió em Alagoas; Recife em Pernambuco; Aracaju em Sergipe; Caruaru em Pernambuco; Campina Grande na Paraíba; Juazeiro do Norte no Ceará; e Cametá no Pará. Além disso, também existem nas pequenas cidades, festas mais tradicionais como Cruz das Almas, Ibicuí, Jequié e Euclides da Cunha na Bahia. As duas primeiras cidades disputam o título de Maior São João do Mundo, embora Caruaru esteja consolidada no Guinness Book, categoria festa country (regional) ao ar livre. Além disso, Juazeiro do Norte no Ceará e Mossoró no Rio Grande do Norte disputam o terceiro lugar de maior são joão do mundo.
Tradições e costumes:
Origem da fogueira
De origem européia, as fogueiras faziam parte da antiga tradição pagã de celebrar o solstício de verão. Assim como a cristianização da árvore pagã "sempre verde" em árvore de natal, hoje, a fogueira de São João é o traço comum que une todas as festas de São João européias (da Estônia a Portugal, da Finlândia à França). Uma lenda católica cristianizando a fogueira pagã estival afirma que o antigo costume de acender fogueiras no começo do verão europeu tinha suas raízes em um acordo feito pelas primas Maria e Isabel. Para avisar a Maria sobre o nascimento de São João Batista e assim ter seu auxílio após o parto, Isabel teria de acender uma fogueira sobre um monte.
O uso de balões e fogos de artifício durante o São João no Brasil, está relacionado com o tradicional uso da fogueira e seus efeitos visuais, trazido pelos portugueses, os fogos de artifícios tornaram-se uma parte essencial da festa no Nordeste, segundo a tradição popular, servem para despertar São João Batista. Os balões quando criados serviam para avisar que a festa iria começar; eram soltos de cinco a sete balões para se identificar o início da festança, hoje, no entanto, constituem atualmente uma prática proibida por lei em muitos locais, devido ao risco de incêndio.
Durante todo o mês de junho é comum, principalmente entre as crianças, soltar bombas, conhecidas por nomes como traque, chilene, cordão, cabeção-de-negro, cartucho, treme-terra, rojão, buscapé, cobrinha, espadas-de-fogo.
A Quadrilha
 A quadrilha brasileira tem o seu nome de uma dança de salão francesa para quatro pares, a "quadrille", em voga na França entre o início do século XIX e a Primeira Guerra Mundial. Veio para o Brasil seguindo o interesse da classe média e das elites portuguesas e brasileiras do século XIX, se popularizou no Brasil e se fundiu com danças brasileiras pré-existentes e teve subsequentes evoluções (entre elas o aumento do número de pares e o abandono de passos e ritmos franceses). Ainda que inicialmente adotada pela elite urbana brasileira, esta é uma dança que teve o seu maior florescimento no Brasil rural (daí o vestuário campesino), e se tornou uma dança própria dos festejos juninos, principalmente no Nordeste. A partir de então, a quadrilha, passou a ser um fenômeno popular e rural, também recebeu a influência do movimento nacionalista e da sistematização dos costumes nacionais pelos estudos folclóricos.
Hoje, essa artificialidade rural é vista pelos foliões como uma atitude lúdica, teatral e festiva, seja como for, é correta afirmar que a quadrilha deve a sua sobrevivência urbana na segunda metade desse século e o grande sucesso popular atual aos cuidados meticulosos de associações e clubes juninos da classe média e ao trabalho educativo de conservação e prática feito pelos estabelecimentos do ensino.
Entre os instrumentos musicais que normalmente podem acompanhar a quadrilha encontram-se o acordeão, pandeiro, zabumba, violão, triângulo e o cavaquinho. A música é aquela comum aos bailes de roça, em compasso binário ou de marchinha, que favorece o cadencia mento das marcações. Em geral, para a prática da dança é importante a presença de um mestre "marcante" ou "marcador", pois é quem determina as figurações diversas que os dançadores devem desenvolver. Os participantes da quadrilha, vestidos de matuto ou à caipira, como se diz fora do nordeste(indumentária que se convencionou pelo folclorismo como sendo a das comunidades caboclas), executam diversas evoluções em pares de número variável. Em geral o par que abre o grupo é um "noivo" e uma "noiva", já que a quadrilha pode encenar um casamento fictício. Esse ritual matrimonial da quadrilha liga-a as festas de São João européias que também celebram aspirações ou uniões matrimoniais. 
 Outras danças e canções
 No nordeste brasileiro, o forró assim como ritmos aparentados tais que o baião, o xote, o reizado, o samba-de-coco e as cantigas são danças e canções típicas das festas juninas.
 
Costumes populares
As festas juninas brasileiras podem ser divididas em dois tipos distintos: as festas da Região Nordeste e as festas do Brasil caipira, ou seja, nos estados de São Paulo, Paraná (norte), Minas Gerais (sobretudo na parte sul) e Goiás.
No Nordeste brasileiro se comemora, com pequenas ou grandes festas que reúnem toda a comunidade e muitos turistas, com fartura de comida, quadrilhas, casamento matuto e muito forró. É comum os participantes das festas se vestirem de matuto, os homens com camisa quadriculada, calça remendada com panos coloridos, e chapéu de palha, e as mulheres com vestido colorido de chita e chapéu de palha.
Simpatias, sortes e adivinhas para Santo Antônio
O relacionamento entre os devotos e os santos juninos, principalmente Santo Antônio e São João, é quase familiar: cheio de intimidades, chega a ser, por vezes, irreverente, debochado e quase obsceno. Esse caráter fica bastante evidente quando se entra em contato com as simpatias, sortes, adivinhas e acalantos feitos a esses santos:
Confessei-me a Santo Antônio,
confessei que estava amando.
Ele deu-me por penitência
que fosse continuando.
Os objetos utilizados nas simpatias e adivinhações devem ser virgens, ou seja, estar sendo usados pela primeira vez, senão… nada de a simpatia funcionar! A seguir, algumas simpatias feitas para Santo Antônio: Moças solteiras, desejosas de se casar, em várias regiões do Brasil, colocam um figurino do santo de cabeça para baixo atrás da porta ou dentro do poço ou enterram-no até o pescoço. Fazem o pedido e, enquanto não são atendidas, lá fica a imagem de cabeça para baixo. E elas pedem: - Ao Santo Antônio para arrumar namorado ou marido, basta amarrar uma fita vermelha e outra branca no braço da imagem de Santo Antônio, fazendo a ele o pedido. Rezar um Pai-Nosso e uma Salve-Rainha. Pendurar a imagem de cabeça para baixo sob a cama. Ela só deve ser desvirada quando a pessoa alcançar o pedido.
No dia 13, é comum ir à igreja para receber o "pãozinho de Santo Antônio", que é dado gratuitamente pelos frades. Em troca, os fiéis costumam deixar ofertas. O pão, que é bento, deve ser deixado junto aos demais mantimentos para que estes não faltem jamais.
Em Lisboa, é tradicional uma cerimónia de casamento múltiplo do dia de Santo António, em que chegam a casar-se 200 a 300 casais ao mesmo tempo. Esta "tradição" começou nos anos do salazarismo, e desapareceu com a revolução de 74. Voltou a reaparecer há uns anos, promovida por uma cadeia de televisão.